domingo, 18 de agosto de 2013

O que acharam da prova de hoje?

Acredite, a prova renovou meu ânimo :)!
Bom, dizem que foi mais fácil que a do ano passado (ao menos foram os comentários da primeira prova). Eu achei, como parece que vai virar costume, que português foi muito extenso! Não particularmente complicada, mas requeria atenção e análise e várias voltas aos textos, que, diga-se de passagem, eram IMENSOS! Imagino um texto como o da cobra na redação Oo! Achei que teve uma boa cobrança de literatura, bastante interpretação e menos gramática que o costume. E, claro, parece ter havido uma diminuição das C/E e mais objetivas!

Quanto a PI, vi que tem muitas minúcias para decorar. Não é só "saber o contexto", mas também é isso, mas é muito saber os tratados, os anos, as organizações, di-re-ti-nho. E geografia eu achei bem legal, porque gostei de terem perguntado sobre população, por exemplo; as pessoas precisavam ver que não é "saber do Japão", mas do tema em si. Achei que é legal, porque quem estuda o conteúdo consegue entender a questão.

Na prova da tarde, apesar da prova extensa de inglês, acho que sobrou tempo. Mas para mim, pouco, uns 40 minutos. E isso que tinha coisas que eu não tinha muitos argumentos, então não titubeei. Inglês, achei extensíssima, e achei supercomplicado o vocabulário! Prova muito econômica! E nada dos periódicos comuns! Se cai isso na tradução, estou frita! Vou é traduzir os textos :P!!! Mas, fora as traduções que me deixaram apavorada, o resto acho que foi razoável.

HB e HG, como sempre, detalhadas; sei que a banca cobra datas. Caiu algo da Alemanha - não tão longe do que previ hehe, mas achei que teria mais sobre isso. E, como sempre, Vargas, Independência... e HG, Guerra Fria, China, ressaltando o viés de explorar comunismo/marxismo/socialismo da banca. Mas poucas citações, menos que anteriormente. Ah, NADA de imagens!!! (será que foi o tempo para elaborarem a prova?). Eu acho que eles pegaram nos detalhes...

E economia, acho que mais razoável que as outras. Muito pouco de parte muito específica de macro e micro, com contas e gráficos. Eram questões de memorizar: monetária, BC (que é macro), elasticidade (que é micro), internacional. Um pouco de cada!

Direito Internacional e Direito Interno não achei tão ruins. Mas confesso que esbarrei nas coisas simples! Como eu disse, é memorizar, mas claro, também entender. Não era muito complexo, certas coisas em DI e DIP a gente aprende a "lógica" do funcionamento. Acho que algumas questões (especialmente DI) para quem não tem muita familiaridade com a linguagem jurídica fizeram as pessoas quebrar a cabeça!

Foi legal ver o pessoal que "respira" isso, mas que tem os mesmos problemas que nós, rsrs... os cursinhos distribuindo material e pensar quem serão os novos diplomatas. Ah, o Sapientia distribui uma revista - como sempre- ótima!!!

Acho que fiz um panorama da minha opinião sobre todas as questões. Amanhã conferiremos o gabarito do Clio (é possível acompanhar pelo site), e terça o oficial. Vamos ver o que apontam para o corte, mas deve ficar um pouco acima do habitual.

Ah, os cursinhos começarão os regulares, vou tentar providenciar um post sobre isso logo!

Abraços e espero que tenham feito uma boa prova. Se não para passar nesse ano, para dar ânimo e renovar a autoestima, pois vemos que é possível, mas, claro, exige estudo :).

sábado, 17 de agosto de 2013

Conforme eu havia falado, iria tentar apontar os temas que eu julgo importantes revisar para o TPS de... AMANHÃ! Sei que é "em cima da hora", mas se porventura alguém vier dar uma espairecida aqui, talvez seja uma ajuda sobre o quê revisar, no meio da montanha de conteúdos :). Claro que é para quem tem anotações e fichamentos; eu por enquanto não tenho muitos fichamentos, mas certamente é o que eu quero fazer para o ano que vem :) ("meu" TPS :S!).

Revisar os esquemas feitos pode ajudar!
As dicas:

HB: tratados de limite, a vinda da família real ao pais e reflexos, processo de independência (disputas em Portugal e no Brasil pelos apoiadores e contrários ao processo), revoltas populares;
DIP e DI: diferença entre plebiscito, referendo, lei de iniciativa popular; extradição, expulsão, asilo, refúgio, salvo-conduto, nacionalidade, incorporação de tratados;
GEO: questão energética, movimentos de população (migração, refugiados), biomas nacionais.

Aproveito para deixar um texto com algumas dicas sobre a prova; é curto e bom para ler (o link já vai junto):

"Confira alguns conselhos dos especialistas para o dia da prova do Instituto Rio Branco

Resolução do exame – Durante a leitura da prova, o candidato deve esforçar-se para antecipar e prever as questões. Use a análise contextual para entender termos novos; a estrutura do texto pode ajudá-lo nessa tarefa. Além disso, é importante ter em mente que nem sempre o instinto de “procurar o erro” nas assertivas é boa tática. Muitas vezes, os candidatos acabam errando pelo excesso de crítica. Se não conseguir identificar o erro, a questão pode simplesmente estar correta. Finalmente, saiba administrar o tempo, tendo sempre em mente o número de questões a responder e o nível de dificuldade e de importância de cada disciplina.

Português – Segundo a professora Claudia Simionato, gramática ora é cobrada de maneira tradicional ora com um enunciado que precisa ser “traduzido”. Saber que um objeto direto é um complemento, um advérbio é um termo assessório, entre outros exemplos, e perceber que esses termos são nomenclaturas ajuda a responder mais rápido às questões que, muitas vezes, perguntam algo simples, mas de forma elaborada. É preciso estudar a língua como ciência, e não como um “eu me viro” com o português. Quanto à coerência textual, se a questão pede para substituir uma palavra por outra no contexto apresentado e afirma que a coerência será mantida com essa substituição, o candidato não precisa ficar tão preocupado que a palavra apresente exatamente o mesmo sentido. Para haver coerência textual, é necessário que o texto continue harmônico, que ele apresente o mesmo “sentido” no geral. Ou seja, que a direção do texto não mude. Você não pode colocar um antônimo no lugar da palavra original, mas um sinônimo, sim.

Política Internacional – Sobre o tema “coalizões de poder”, o professor Diego Araújo Campos alerta os candidatos para o fato de não haver consenso em vários assuntos entre todos os países que compõem agrupamentos, como BRICS, o IBAS e o BASIC. O diplomata e professor Danilo Bandeira indica que uma das habilidades fundamentais que o candidato deve desenvolver para a prova de Política Internacional é a capacidade de identificar o “tom diplomático” em assertivas. É essencial ter em mente que esta não é uma prova acadêmica, nem analítica, muito menos jornalística. É, sim, uma prova que reflete, de forma geral, a visão de temas de política internacional defendida pelo Brasil.
[parte que explica o concurso]"

Leia mais sobre esse assunto em oGlobo.

Abraços e boa prova à todos! Façam o seu melhor, não pirem, tenham calma :)! E não vão comer porcaria estragada :P

oito patinhas de coelho para ajudar...

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Vi hoje uma matéria interessante no site da BBC sintetizando a situação do Egito, que têm chamado atenção na mídia, recentemente:


Entenda as causas dos conflitos no Egito


Forças de segurança do Egito removeram dois acampamentos ocupados por apoiadores do presidente deposto Mohammed Morsi.
Os tumultos no país começaram no dia 3 de julho, dia em que Morsi foi deposto, e um ano após ele ter sido eleito.
Para ajudar na compreensão do que está acontecendo no país, a BBC fez uma lista de perguntas e respostas.

O que aconteceu nos acampamentos pró-Morsi?

No início da manhã do dia 14 de agosto, as forças de segurança do Egito agiram para remover dois acampamentos ocupados por apoiadores de Morsi localizados na Praça Nahde e do lado de fora da mesquita Rabaa al-Adawiva, no oeste do Cairo.
Gás lacrimogênio foi usado para dispersar os manifestantes, e rajadas de metralhadora também foram ouvidas. Escavadeiras foram utilizadas para remover os acampamentos e barricadas de pedra.
Acredita-se que dezenas de pessoas foram mortas na operação, mas a Irmandade Mulçumana, que apoia as manifestações, diz que esse número é muito maior.
Os manifestantes querem a volta de Morsi, e desafiaram os avisos das autoridades sobre o fim dos acampamentos.

O que aconteceu para o Presidente Morsi ser deposto?

Durante o primeiro ano do presidente islamita Mohammed Morsi no cargo, ele se desentendeu com as instituições e setores da sociedade, e muitos egípcios achavam que ele estava fazendo pouco para resolver os problemas econômicos e sociais do país.
O Egito ficou dividido entre apoiadores de Morsi e seus opositores, que incluíam esquerdistas, liberais e secularistas.
No dia 30 de junho de 2013, milhares de pessoas foram às ruas para protestar diante do primeiro aniversário de posse de Morsi, em manifestação organizada pelo Movimento Tamarod, oposicionista.
No dia 1º de julho, o exército alertou o presidente Morsi de que, caso ele não atendesse às demandas do público em 48 horas, militares iriam intervir e impor seu próprio "roteiro".
Com a aproximação do ultimato, Morsi insistiu que ele era o líder legítimo do Egito. E avisou que qualquer iniciativa para depô-lo à força poderia lançar o país no caos.
No entanto, no dia 3 de julho, o chefe das forças armadas, o general Abdul Fattah al-Sisi, anunciou que a constituição havia sido suspensa e que o líder da Suprema Corte, Adly Mansour, comandaria um governo interino formado por tecnocratas até que eleições presidenciais e parlamentares fossem convocadas.
A mais alta autoridade islâmica do país, o grã-xeque de Al-Azhar, o líder da Igreja Copta, bem como o principal nome da oposição, Mohammed ElBaradei, aprovaram a deposição.
Soldados, apoiados por veículos blindados, tomaram locais importantes da capital, Cairo, enquanto centenas de milhares de manifestantes de oposição e partidários de Morsi foram às ruas.

Quem é Mohammed Morsi e o que aconteceu com ele?

Mohammed Morsi ganhou força dentro da Irmandade Muçulmana do Egito, um movimento islâmico proibido durante décadas, e tornou-se presidente de seu braço político, o Partido Liberdade e Justiça.
Morsi ganhou as eleições presidenciais em junho de 2012, e tornou-se o primeiro presidente democraticamente eleito do Egito. A eleição, considerada livre e justa, aconteceu após um período turbulento da ditadura militar, que viu seu líder de longa data, Hosni Mubarak, ser deposto em fevereiro de 2011, também após protestos de massa.
Desde que ele foi deposto, Morsi está preso em um local não revelado.
Outras figuras importantes da Irmandade Muçulmana também foram detidas, incluindo o poderoso vice-líder Khairat al-Shater, que é acusado de incitar a violência.

O que aconteceu desde o golpe militar?

Partidários de Morsi realizaram comícios quase diários exigindo seu restabelecimento na presidência. A sede da Guarda Presidencial, no Cairo, foi um dos principais locais de manifestação, já que muitos acreditam ser o lugar onde Morsi está preso.
Falando depois de pelo menos 51 pessoas terem sido mortas do lado de fora da sede da Guarda Presidencial em 8 de julho, o Partido Liberdade e Justiça pediu "uma revolta" contra "aqueles que tentam roubar sua revolução com tanques".
No dia 27 de julho, mais de 70 pessoas foram mortas em confrontos com as forças de segurança no acampamento ao redor da mesquita Rabaa al-Adawiya. As forças de segurança foram acusadas de usar força letal desnecessária. O Ministério do Interior acusou os manifestantes de usar armas de fogo.
Manifestantes anti-Morsi também foram às ruas. O general Sisi os encorajou a ocupar as ruas no dia 26 de julho para dar ao exército um "mandato para enfrentar possíveis ações de violência e terrorismo".
Segundo a mídia egípcia e fontes oficiais, cerca de 160 pessoas foram mortas em manifestações e confrontos com as forças de segurança antes da ação para dispersar os acampamentos.

O que vai acontecer agora?

O general Sisi disse que Mansour comandaria um "governo interino até que um novo presidente seja eleito".
Mansour traçou planos para a transição, incluindo uma revisão da Constituição apoiada por Morsi, e novas eleições parlamentares no início de 2014. O plano foi rejeitado pela Irmandade Muçulmana e também criticado pelos partidos de esquerda e liberal.
Sisi prometeu "não excluir ninguém ou qualquer movimento", e pediu medidas para "capacitar os jovens e integrá-los nas instituições do Estado".
No entanto, ele não definiu a duração do período de transição, ou qual será o papel dos militares.
O exército é a mais poderosa entidade governamental, e muitos dizem que funciona como um Estado dentro do Estado. Empresas que pertencem ao exército constituem uma proporção significativa da economia do Egito.

Retirei daqui.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Esqueci de avisar, já estão abertas as inscrições para o 2° Bolsão do Clio para este ano. São 100 bolsas com descontos de até 90%, e você escolhe que curso quer.


- Inscrições: de 31/07 a 25/08.

- Provas objetivas on-line: de 23/08 a 25/08
- Resultado da 1a fase: 27/07
- 2a fase (em uma das unidades): 30/08 a 02/09
- Resultado final: 12/09

Como é o bolsão?
Você tem 2h (se não me engano) para fazer questões objetivas no seu computador, nos moldes do TPS. Vale a lógica da errada anula a certa. As questões não são tão horríveis, são razoáveis de se fazer. A média para ir a 2a fase é uns 35 acertos (se não me engano são 60 questões). Não há modelos das provas on-line, já que elas são de um sistema (acho que um banco de questões). Também creio que são questões que os profs. elaboram, e é até possível que sejam aleatórias. Mas você pode treinar fazendo TPS anteriores. Não tem bibliografia indicada, mas quanto a restrição de consultas enquanto faz a prova, bem, vai de cada um...

Leia o edital aqui e se inscreva neste link.

abraços!

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Estive viajando por uma semana. Foi bom, porque eu precisava sair de Brasília (não saio daqui desde que cheguei!). Consegui "arejar as ideias" (mesmo que a viagem não foi lá muito boa) e repensar certas coisas, fazer os planejamentos. Agora também estou de férias da faculdade, que vão ajudar um pouco (espero), apesar de que meus negócios na faculdade me roubam a tranquilidade praticamente as 24h do dia :-/. Como eu já disse em outro post, aconselho que vocês visitem os outros blogs se estão em busca de informação; estão linkados à esquerda, em especial o CACD2013 que é sempre atualizado :-).

Acho que já referi aqui que eu estou "apostando" no concurso do ano que vem. Porque eu sempre esperei que esse TPS fosse em maio/junho, então eu não me preparei para ver todo o conteúdo e tudo o mais,eu estou tentando ir com calma. Mas, obviamente, não quero levar um baita susto e ir supermal, eu queria mesmo passar no TPS, mas com as 100 vagas (bom, no meu caso ao menos teria uma desculpa hehe)...


Mas a todos que já estão na empreitada há mais tempo e agora se encontram na reta final... o que fazer? Eu não sou uma grande experiente em TPS, já fiz alguns, mas como treino, então nunca fiquei acompanhando dicas e coisas assim. E a minha formação não é RI (ou REL em Brasília), então eu não tive essa "cobrança" na faculdade.

Porém, algumas dicas básicas que eu daria são:

1- Faça as provas anteriores. Ao menos as 4 ou 5 anteriores. Você as consegue no site do CESPE.
2- Os principais temas da prova são Português, PE e Inglês (se não me engano, dá mais da metade das questões). Então, dê uma revisada especial. Português: pontuação, sintaxe e morfologia, acentuação (a gente consegue revisar isso relativamente em pouco tempo). Inglês: acompanhe periódicos internacionais e selecione umas 10 palavras, tente também entender o texto primeiramente "adivinhando" elas - essa habilidade é necessária porque sempre é cobrado significado de palavras. A banca também cobra bastante conjunções e preposições; é bom saber bem o significado delas (aqui tem um resuminho, mas só isso não basta). PI: revise a parte da "Era Lula". A banca adora o Lula, e se não me engano, na prova do ano passado caiu muito sobre isso. Vale a pena conferir o balanço da PE 2003/2010.
3- Esse ano é o Ano da Alemanha no Brasil. Acho que em HG e HB pode cobrar alguma coisa; não creio que muito da Segunda Guerra Mundial, mas talvez a formação da Alemanha, talvez algo da era cultural, imigração... não sei o quanto essas datas influenciam na prova, mas acho que pode puxar algo. 
4- Economia, creio eu, tem algo básico que é o equilíbrio de mercado, algo sobre balanço de pagamentos e elasticidade. Algo disso deve cair, já que resume partes importantes da macro e da micro. Se quer dar uma revisada básica, aconselho o Manual de Introdução à Economia do Mankiw (download aqui), que é de fácil leitura e apresenta os tópicos de maneira mais rápida.
5- Lembre-se do esquema CESPE: cada erro desconta uma certa (ou desconta pontos na C/E). Então, tenha certeza do que você faz, não marque o que não sabe. Mas tem que saber alguma coisa! A média para passar é uns 45-47 pontos de 60 65!

Espero que ajude um pouco. Com relação as outras matérias (geografia, direito, HB, economia) não tenho muitos palpites. Tentarei postar mais vezes nesta semana, tentando dar algumas ideias do que eu acho que pode cair nas outras três matérias (HB, direito e Geo). Também falar algo sobre os cursinhos.

Mas agora preciso me organizar :-). Assim que eu acabar minhas "pendências pessoais" quero arrumar o blog, mudar a lista dos livros, colocar alguns que achei para download e algumas outras seções para quem ainda tenta entender o que é esse mundo frenético que tanto lutamos para fazer parte..

Bons estudos a todos, e não se desesperem...

Abraços!

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